A violência do olhar – e do julgar | #Insights

Como olhar o Outro sem ser uma forma particular, seletiva e pessoalizada?

Uma abordagem para uma representaçaõ não violenta, sem forçar – ou pelo menos se distanciar de esteriótipos e pressupostos. Algo que não seja para o mero julgamento, mas para a reflexão e entendimento do Outro.

Nesse tempo em que as narrativas não dão conta de conter o nosso individualismo, vale a reflexão, pois que a nossa medida, a nossa régua, não seja apenas o nosso eu, as nossas verdades e opiniões.

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