Às vezes, as coisas são mais fáceis do que a gente pensa | #aspas

Pode ser uma armadilha para os fotógrafos pensar que suas melhores fotos são aquelas que foram mais difíceis de capturar – Timothy Allen, fotógrafo

É aceito que as melhores histórias (e neste caso, as visuais) são aquelas mais difíceis de contar. Temos de considerar que “difíceis de contar” têm dois aspectos: um que diz respeito mais literal, ou seja, a dificuldade, o acesso, entre outros. E outro que diz respeito a um contexto mais intricado, à natureza da história em si. Por exemplo no (foto)jornalismo, que carrega um apelo ao fato do ineditismo, do revelar e até mesmo do poder de tocar as pessoas – força narrativa e conceitual do problema.

Embora, esse apelo do oculto, do difícil seja comumente aceitável e crível, vale refletir acerca do ponto defendido acima. Sim, uma boa foto pode nascer do mais trivial assunto. Ainda mais diante da complexidade e diversidade de assuntos. Ademais, cabe narrativas e debates diversos, por assuntos diversos, com técnicas e estéticas, também diversas. A real da coisa, seja na foto ou em outro suporte, é que o fato principal, o pode do assunto, seu conceito é que vai ditar o poder da foto. Ou seja, aquilo que você tem para dizer.

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