ASPAS | Fotógrafo, um produtor de conhecimento

A fotografia constitui uma forma de conhecimento visual do mundo. Nesse sentido, o fotógrafo também é um produtor de conhecimento e seu trabalho é, sem dúvida, um trablaho inteclectual – José De Souza Martins (Cientista Social, no livro Sociologia da Fotografia e da Imagem

2 comentários

  1. E o mundo precisa de conhecimentos, não apenas de informação. Ou apenas de publicidades. Manipulações.

    AO pensar é preciso expressar aquilo que as faculdades não falam. O “lado obscuro da lua”:

    Eis aí a pura e profunda realidade sociológica e filosófica:

    Com a “Copa das Copas®” do PT®, em vez de se construir hospitais, construiu-se prédios inúteis!
    A Copa das Copas®, do PT© e de lula©. Sempre se utiliza de propaganda, narrativas e publicidades sofisticadas e bem feitas para enganar e praticar lavagem-cerebral nos meios de comunicação. Não se desenvolve a imaginação.

    Precisamos sim de alta cultura. Não de cultura de massas. Indústria cultural.

    O pessoal de nossas escolas precisa de Machado de Assis. Villa-Lobos. Drummond. Kafka. Graça Aranha, Aluísio de Azevedo, do Maranhão. Rachel de Queiroz.

    O que precisamos de mais no Brasil é de escolas. E das boas: de qualidade.
    As escolas EaD, à distância (atual, devido a pandemia) são péssimas.
    Não se aprende bem. O que mais o Brasil precisa na real e atualmente é de alta literatura. Alta cultura. Mas escolas sobretudo. O PT é barango. O Kitsch político contemporâneo.

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    • Martha Aulete, concordo plenamente que precisamos de “mais escolas”. Sim, mais escolas e estruturação da educação – níveis estruturais, de formação e tudo mais. O problema da educação não é coisa de governo X ou Y, nisso você arguementa muito no senso comum. O problema da educação é oriundo de pelo menos 200 anos – enraizado em uma cultura (política, pois educação não faz sem política e investimentos – “avessa ao planejamento movida mais por apelos populista do que pela exigência racional” (Manifesto dos pinoneiros da Educação).

      Em relação ao ensino EAD , a LDB (9.394/96) respalda e, ademais, é uma realidade sem volta. Eu mesmo faço um curso a distância é o aproveitamento é de no mínimo 90%. Dia desses precisei de um livro. A Biblioteca pública está fechada. Acesssei um ebook, instalei no meu app de leitura e fui referenciar o trabalho que precisava fazer. Simples. As possibilidades são gigantescas considerando as metologias ativas, de estudo flex, híbrido e todo o potencial da tecnologia. Entretanto, a questão é que existe um abismo separando o uso efetivo, também a força de vontade e, especialmente a estrutura (física mesmo). Veja, escolas pública não tem recursos – os televisores são de tudo – isso mesmo – de uns 10 anos atrás no mínimo. Computadores disponíveis – sem chances. Internet efetiva com capacidade de uso efetivo, bem pouco. Tem escolas rurais que nem tem energia elêtrica. A questão é profundamente estrutural. Então, a gente até desanima, pois o ensino público, por mais que os professores no sentido individual se esforcem para tentar, inventar algo, a discrepância do ensino privado, por exemplo, (que já sabe de tudo isso) é imensa. A questão está naufraga onde? Na tal estrutura e metodológia. O resto pode vir governo que quiser, vai ser só falação, citação de palavras bonitas, da bíblia, do capital, da constituição, de diretrizes e tudo mais., porém sem agir, não adianta nada.

      Fui numa escola tempos atrás que não tinha nem porta, as paredes estavam caindo. Asism, fui na escola do meu filho (infantil), e a professora foi mostrando, o mato cobria o parquinho, não dava para ver. Foi uma espécie de tour, tipo na melhor “bem-vindo a nossa realidade”. Aliás, por esses tempos estavam desviando o dinheiro da merenda, se não me engano. Depois disso ainda precisa ver a questão de formação de professores que precisam saber lidar com a tecnologia e seus usos. Costuma-se dizer que temos um ensino do século 19, professores do século passado e alunos do século 21.

      E pelo que anda rondando por aí estão querendo voltar lá para o século 18. Sem falar, nas famílias que pouco, no Brasil atual, tem comida na mesa, quanto ais computador e wifi. Para você ver o tamanho do problema. Todo conceito, desde o físico – a leitura da literatura, como você citou – vai depender de uma metodologia eficiente e de resultados de valor, caso contrário, não tem eficiência nenhuma.

      As políticas públicas e educacionais são feitas conforme o contexto histórico e político. Com muita falação e pouco resolução. Tal como você também espero as escolas “das boas”, com professores dos “bons” (com recursos para trabalhar, ganhando melhor, tendo assegurado a aposentadoria e outras coisas necessárias), Mas.. cá entre nós, pode colocar mais 200 anos na conta.

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