Do Arquivo | A beleza do banal

Há várias maneiras de ver a uma cidade e também tantas outras formas de interpretá-la. Em 2014, arrisquei sair da minha zona de conforto e produzir um preto e branco intenso. Algo entre aquele clássico chiaroscuro e o black and white da fotografia japonesa. Encontrei a série Iluminados.

Saí da zona de conforto, pois foi um pouco diferente, pois a maioria das vezes escolhemos uma posição mais crítica – especialmente no fotojornalismo – entretanto, nesse trabalho optei interpretar aquela beleza do trivial, das coisas comuns e até banais que nos acostumamos a ver e não ver ao mesmo tempo.

No começo era para ser algo mais da arquitetura, da urbs em si. Porém, aos poucos houve uma simbiose. Afinal, o que faz uma cidade são as pessoas que são a essência de qualquer lugar. Sem elas, a cidade é um mero amontada de concreto e ferro. Por fim, acrescentei ao título, o complemento “a beleza do cotidiano”, pois há um certo extraordinário inquieto nos banal nosso de cada dia.

E isso me iluminou!

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