Comece algo

Tenho alguns processos ou, digamos, métodos de trabalho, de ação; aqueles padrões – sugestionados ou intrínsecos –, que vão evoluíndo ao longo dos anos. E, sempre que negligencio esses parametros, não sigo bem. Tem muito a ver comigo e hoje entendo mais sobre isso.

Fundamenta-se basicamente em duas filosofias bem simples. O primeiro é o fazer ou iniciar. Sempre acreditei no movimento. Algo correlato ao que li dias desses num texto de Seth Godin. Ele defende, faça, comece, inicie algo. Seja na fotografia, no trabalho, nos projetos, na vida pessoal, sei lá, em qualquer lugar em que você seja o protagonista. Se você for esperar ter dinheiro, incentivo, ou que o cosmos conspire a seu favor, você não começará nunca. Mas, isso você já sabe.

Acrescentei algo também a esse movimento. Siga o caminho direto, o mais simples. Cultivo um ditado: “Os outros caminham pelo arco, eu caminho pela corda”. Quando complico as coisas, elas acabam ficando estagnadas, paradas. Não fluem no ritmo certo. Ou seja, ferra o meu primeio modo, que é sempre estar em movimento. Então a minha meta de vida no momento é simplicar. Tão simples que pareça óbvio.

De repente, se você for uma pessoa com foco nos resultados vai erguer o dedinho e perguntar. Beleza meu amigo, e os resultados? Bem, os resultados surgem a cada novo fracasso. Sim, erros e acertos são inerentes ao movimento, ao processo. Não tenho nenhum problema com eles; aliás, adoro pois mostra que estou em movimento. Fiz milhares de fotos que foram um desperdício de obturador. Entrei em projetos furada, idem para trabalhos, fiz exposições que mais gastei do que vendi fotos, publicações e assim por diante. Mas, hoje olho isso e elas são um conjunto. O resultado ao longo desse período. Óbvio, não? Tão óbvio e clichê quanto aquela frase atribuída a Thomas Edison. Mas, isso é assunto para outro post.

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