“Fé” e “Horror” nas fotos de Kevin Carden e Joshua Hoffine

As representações do bem e do mal estão presentes em segmentos que vão da arte, religião, cinema e até em games. E, muitas vezes, o que surge são os arquétipos visuais para representar esses dois lados antagônicos dessa eterna batalha. Seres, monstros, demônios, gárgulas e tudo mais que externe metaforicamente esses conceitos.

Numa revisão dos meu arquivos de favoritos encontrei dois nomes de fotógrafos que podem exempleficar criativamente esse dualismo. Kevin Carden e Joshua Hoffine.

Os dois são pais e trabalham com a família na criação de suas imagens. Kevin Carden segue uma linha na qual ele intitula arte cristã ou fotografia cristã. No outra ponta, Joshua Hoffine revisita o típico clichê dos filmes de terror e (re) cria cenário de medo, de horror.

São dois trabalhos muito interessantes no que diz respeito à criatividade, produção e pós-edição com alto teor e talento de softwares como o Photoshop.

Kevin se inspira na fé, religião, família e rotina de pai. Os temas fé, cristianismo e as história da Bíblia são retratadas em conceitos e transpostos para as relações com a família. “Nós nos esforçamos para usar nossos talentos para criar imagens de uma forma criativa, única e poderosa que honra nosso Criador e dá a Ele toda a glória” destaca uma mensagem no site do fotógrafo.

São imagens muito bem elaboradas – artísticamente e conceitualmente. “Ter novas ideias é o grande desafio”, disse o fotógrafo numa entrevista ao site Bored Panda. O fotógrafo também comenta sobre o seu processo criativo e o projeto em si.

Joshua Hoffine traz o lado sombrio desses conceitos. A matéria-prima é o repertório dos filmes de terror. Segundo o fotógrafo, que também é cineasta, o gênero sempre esteve presente como um entretenimento na família.

Como é de praxe, óbvio que o fotógrafo recebeu críticas por utilizar seus filhos na criação de imagens que representassem o bizarro e o feio. Segundo Hoffine, o terror em si é uma forma psicologica de representar o medo. “O horror nos diz que nossa crença na segurança é ilusória e que os monstros estão à nossa volta”, diz ele em seu site.

Reduzindo essa questão dos críticos, o trabalho é elaboradíssimo e vai buscar inspiração ns histórias infantis como Chapeuzinho vermelho e Lobo Mau, fobias e medos, imaginação infantil como o monstro do armário e de debaixo da cama, entre outros mais pesados. Muito bom!!!

 

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Espero que gostem da sugestão 
Não se esquça de curtir ou comentar e compartilhar.
Fiquem bem e até o próximo post! 

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