AR RECOMENDÁVEL – história fodocumental, edição de livros, streetphotgrapher

Iniciei outra graduação, então, a leitura sobre fotografia anda um pouco menor. Estou dividindo o tempo com textos técnicos e específicos da nova faculdade; entretanto, não deixo de ler e construir repertório de conhecimento sobre fotografia, fotojornalismo, linguagem e narrativas, história da fotografia e tudo mais. Mesmo com coisas novas ou revisitando outras já exploradas. Lembrando que o aprendizando deve ser contínuo.

Pois bem, essa semana dei uma explorada ‘desanuviante’ num site (projeto) muitíssimo recomendável. Apreciei o trabalho de um streetphotographer que vou mencioanar, pois a fotografia é bem referência nessa nova onda da streetphoto – caso não conheçam. Por fim, deixo a indicação de um iniciativa para quem está na vibe de editar um photobook.

Comecei a ler um texto esse fenômeno da “cultura do cancelamento” e como reverberou na fotografia – ou pelo menos – abriu um debate; porém, não terminei. Então fica para a próxima.

» Livros – Fica aqui a sugestão para conhecer a microeditora da Artisan Raw Books, de iniciativa dos fotógrafos Henry Milléo e Márcio Pimenta. Uma boa pedida se você está com um projeto parado e quer vê-lo materializado num livro de edição limitada. Alguns bons trabalhos já foram lançados – e com venda esgostada. Fica a recomendação.


» Streetphoto – Gosto do trabalho do Pau Buscató. Basicamente a StreePhotography bem elaborada, na qual você vai viajar entre o literal e o subjetivo com cenas cotidianas construídas sobre um jogo de perspectivas, ideias ou mesmo trabalhando as cores (cromático). Uma fotografia com muitos artifícios e leitura diferenciada da realidade. Vale conhecer.


Para fechar

» Photogrammar Estão lembrados dos fotógrafos do projeto Farm Security Administration (FSA), entre eles, Russel Lee, Dorothea Lange, Walker Evans, Ben Shahn, Gordon Parks, entre outros. Pois então há um projeto da Universidade Yale que é simplesmente magnífico e acho que vale a indicação tardia aqui.

Simplesmente eles organizaram cerca de 170 mil fotografia (de 1938 a 1937) criadas pela FSA num mapa interativo. Você pode clicar na localização e ver as fotos que o respectivo fotógrafo fez lá, assim como os dados. Por exemplo, você pode escolher Dorothea Lange e ver a famosa sequência da foto “Mae Migrante” – feita em San Luis Obispo, Califórnia. IMPERDÍVEL – Vale explorar (com tempo) e pesquisar.

– Detalhe: Algumas imagens não estarão (mais) disponíveis. Entre elas uma de Dorothea Lange, com a “relocação” de japoneses e descendentes para os “centros de relocação da Guerra”, que ficaram conhecidos como os campos de concentração criados nos Estados Unidos para concentrar japoneses e descendente. Entretanto, a versão digitalizada da foto de Dorothea Lange, assim como outras não favoráveis como prisões e tal. Obviamente!

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