Adeus Paul Fusco

“Todas as línguas podem inspirar mudanças, mas acho que a fotografia é uma das mais poderosas. Na maioria das vezes, podemos reconhecer e reagir imdeidatamente ao assunto e às consequências.” Paul Fusco. 


Um grande nome da fotografia nos deixou essa semana. O fotojornalismo-fotodocumentarismo fica carente de Paul Fusco, fotógrafo Magnum Photos. Fusco morreu aos 90 anos neste último dia 15/7.

Fusco cobriu questões locais. Reportagens de relevância social e fatos de relevância atemporal como os efeitos de Chernobyl e Aids. Porém, uma das grandes séries famosas foi a cobertura, em 1968, do trem fúnebre de Rober F. Kennedy (após seu assassinato), de Nova Iorque a Washington.

Aliás, foi este meu contato com o trabalho do fotógrafo. Entendi um contexto americano forte que é o nacionalismo e o apego à sua forma de democracia. As pessoas enfileiradas prestando um último adeus ao presidente. Ficou impressionado com essa sequência de fotos dos enlutados numa despedida final para um político norte-americano.

Outro trabalho que chama atenção e fortíssimo é o “Chernobyl Legacy”. Fusco fotografou as terríveis consequências do desastre da usina Chernobyl (1986). Documentário pesado sobre como as pessoas foram afetadas e posteriormente seus filhos – nascituros – com distúrbios genéticos e tipos de câncer. Pesado!

Veja mais sobre o trabalho do Paul Fusco (1930-2020)

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